Com a presença do diretor-presidente, Inácio Melo, a reunião teve como foco as perspectivas de atuação do SGB, com base nas políticas públicas
Com o objetivo de discutir e definir o Programa Anual de Trabalho 2024 (PAT 2024) e o alinhamento com o Plano Estratégico para os próximos cinco anos, em atendimento à Lei das Estatais, foi realizada reunião no Serviço Geológico do Brasil (SGB), na quarta- feira (8/11), no escritório do Rio de Janeiro.
Na abertura, o diretor-presidente do SGB, Inácio Melo, disse compartilhar do compromisso de defender a organização, promover a pesquisa, fomentar a inovação e investir nas geociências. “É crucial demonstrar nossa relevância para a sociedade em sua totalidade, servindo desde o setor produtivo até o cidadão comum”, ressaltou. Inácio também informou que, para o próximo ciclo do Plano Plurianual, a ser executado de 2024 a 2027, em consonância com o tema do programa de governo "Mineração Segura e Sustentável", o SGB iniciará o projeto sobre estudos de ciclicidade mineral e economia circular: “Nesse âmbito, avaliaremos o potencial para a produção de minerais secundários, a partir de resíduos e depósitos em áreas-piloto, que atualmente estão sendo definidas. Além disso, vamos continuar atentos ao nosso programa de prevenção de desastres”, reforçou. Ele destacou ainda a participação do SGB no novo Plano de Aceleração do Crescimento (PAC), com projetos contemplados em dois eixos: transição e segurança energética, e cidades sustentáveis e resilientes. Em seguida, o secretário de Geologia, Mineração e Transformação Mineral do MME, Vitor Saback, falou sobre o papel fundamental do SGB para o país: “Precisamos sonhar antes de realizar. Temos que ampliar o conhecimento geológico, mostrar nossas riquezas”. Ele acrescentou que, atualmente, o setor mineral representa 3,5% do PIB e que é possível dobrar esse valor. “O nosso SGB tem condições de ousar ainda mais. Para isso, precisamos de um planejamento mais robusto para chegarmos ao longo do nosso ciclo muito mais fortes”.
A diretora de Hidrologia e Gestão Territorial, Alice Castilho, comentou sobre a importância do encontro, que visa garantir a continuidade das ações da DHT, em conformidade com o planejamento de médio prazo do PPA 24/27 e do Novo PAC 23/27 do governo federal, e com os planos de longo prazo do Plano Nacional de Mineração (PNM50), Plano Nacional de Recursos Hídricos (PNRH40), Plano Nacional de Energia (PNE50) e Plano Nacional de Fertilizantes (PNF50). Alice também sinalizou que, até o momento, a CPRM tem R$ 133 milhões para desenvolver atividades em 2024. A DHT tem sido muito demandada, em especial na área de prevenção de desastres, operação de alertas de eventos críticos e disponibilidade hídrica subterrânea, num ano de El Nino, com cheias na Região Sul e seca nas regiões Norte e Nordeste. “Portanto, é muito importante que haja uma busca por novos recursos, quer seja por suplementação ou via TEDs com órgãos públicos”, apontou.
O diretor de Geologia e Recursos Minerais (DGM), Valdir Ferreira, enfatizou “é o momento de juntarmos as diretorias e cada uma delas apresentar seu plano de trabalho para os próximos anos. Vamos discutir, de forma transparente, os recursos que o governo federal repassa para o SGB, para que sejam revertidos em produtos para o bem-estar da sociedade”.
Já Paulo Romano, diretor de Infraestrutura Geocientífica (DIG), reforçou a orientação firme do presidente em trabalhar de forma integrada e assegurar a qualidade na execução orçamentária para entregar produtos alinhados com as políticas estratégicas do governo, incluindo a transformação energética e a segurança alimentar do país
O diretor de Administração e Finanças (DAF), Cassiano Alves, falou que a importância do evento se justifica, pois reúne as esferas tática e estratégica da empresa em torno do plano de negócios para o exercício que se aproxima: “Demonstra como as ações de cada diretoria serão desenvolvidas e propicia a interação para que as partes se organizem e se apoiem mutuamente”. Ele aproveitou e evidenciou o esforço dos gestores em organizar suas ações e programações diante de um cenário de retração orçamentária: “A inovação é um ingrediente importante, que a DAF já vem utilizando há tempos, para superar os desafios orçamentários e manter as entregas esperadas pela empresa”, informou.
No fim do dia, a chefe da Suplan, Izabela Giffoni, avaliou que o objetivo foi cumprido, já que as discussões ocorreram, tendo sido muito importante para a sinergia do SGB visando o esforço conjunto para o alcance das metas. “Agora vamos finalizar as versões finais dos dois documentos, conforme prevê a legislação, a partir do que foi discutido. Serão feitos os eventuais ajustes para então serem encaminhados às esferas competentes para aprovação, que é a Diretoria-Executiva e o Conselho de Administração”, concluiu.
Núcleo de Comunicação Serviço Geológico do Brasil Ministério de Minas e Energia Governo Federal imprensa@sgb.gov.br
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