O diretor-presidente do SGB, Inácio Melo, é uma das autoridades que estarão presentes no maior evento do mundo sobre mudanças climáticas
O Serviço Geológico do Brasil (SGB) é uma das instituições integrantes da delegação brasileira na 28ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP28), que começa nesta quinta-feira (30), em Dubai, nos Emirados Árabes. Considerado o maior evento da agenda ambiental global, a COP28 deve reunir mais de 70 mil pessoas, incluindo chefes de estado e de governo. A principal mensagem da participação brasileira é: Brasil unido em sua diversidade, a caminho do futuro sustentável. A delegação do país é a maior da história das COPs, com mais 2,4 mil participantes. Entre eles, o diretor-presidente do SGB, Inácio Melo, e o assessor de Assuntos Internacionais, Rafael Duarte. “A nossa participação reafirma o compromisso do SGB em desenvolver projetos que gerem soluções efetivas e contribuam para que o Brasil alcance as metas estabelecidas em acordos internacionais”, destacou Melo. Nesta edição, estará em evidência o Balanço Global do Acordo de Paris (GTS), que estabeleceu metas para cada país reduzir a emissão de gases de efeito estufa. Como principal gerador de conhecimento geocientífico do país nas áreas de geologia, hidrologia e hidrogeologia, o SGB desenvolve uma série de pesquisas alinhadas com os assuntos em destaque na COP28. Por exemplo: estudos e ações em torno da descabornização da economia. Estão em andamento projetos relacionados a sequestro de carbono, energia geotérmica, produção de hidrogênio natural, avaliação de minerais críticos no assoalho oceânico e prospectividade para gás. O SGB também realiza pesquisas para identificar e avaliar o potencial do território brasileiro para minerais estratégicos para a transição energética e para a segurança alimentar. Dentre os considerados de alta tecnologia e fundamentais para mudança de matriz energética, estão: nióbio, grafita, lítio, cobre, terras raras e urânio. No campo da segurança alimentar, destacam-se as avaliações de áreas potenciais para fosfato, potássio e agrominerais (remineralizadores de solo). Com os estudos sobre recursos hídricos e sobre os territórios – como mapeamento de áreas de risco – o SGB contribui para ações de prevenção, adaptação e mitigação de desastres naturais, que podem estar associados a mudanças climáticas. Pavilhão Brasil
Ao longo do evento, o diretor-presidente visitará o Pavilhão Brasil, acompanhará os debates e participará de diálogos promovidos pela Fundação SOS Mata Atlântica. São mais de 130 painéis que abordarão diversos temas, como: adaptação e perdas e danos; financiamento climático, mercado de carbono, florestas, bioeconomia, gestão de resíduos, segurança alimentar e transição energética; oceanos, gestão costeira e recursos hídricos. No sábado (2), Inácio Melo estará no painel "Florestas, Bioeconomia e Desenvolvimento: o Que Une e o Que Diferencia os Biomas Brasileiros" e na sexta-feira (8) estará no side event "Mata Atlântica e Clima". Núcleo de Comunicação Serviço Geológico do Brasil Ministério de Minas e Energia Governo Federal imprensa@sgb.gov.br
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