Serviço Geológico do Brasil participa da articulação para a criação do primeiro geoparque da Amazônia
Serviço Geológico do Brasil participa da articulação para a criação do primeiro geoparque da Amazônia
Iniciativa intermunicipal visa estruturar a proposta do Geoparque Carajás, no Pará, integrando conservação do patrimônio geológico, desenvolvimento sustentável e turismo na região.
Marabá (PA) – Os estudos realizados pelo Serviço Geológico do Brasil (SGB), por meio do Projeto Fomento ao Geoturismo, apoiam as discussões para a criação do primeiro geoparque da Amazônia. Na última quarta-feira (7/10), pesquisadores da instituição participaram da 1ª Reunião de Articulação Regional para o Geoparque Carajás. O encontro reuniu representantes do poder público, do setor produtivo e da sociedade civil organizada dos municípios de Marabá, Parauapebas, Água Azul do Norte, Canaã dos Carajás e Curionópolis, no Pará.
O objetivo dessa iniciativa é construir coletivamente a proposta para criação do geoparque. Durante a reunião técnica, foram realizadas apresentações por parte do SGB, das secretarias municipais de turismo da região anfitriã, além de debates focados no modelo de governança territorial.
Na ocasião, o pesquisador e coordenador executivo do Departamento de Gestão Territorial (DEGET/SGB) Almir Costa ministrou palestra abordando as potencialidades geológicas, o patrimônio natural e a relevância do fomento ao geoturismo na Região de Carajás como indutores de desenvolvimento socioeconômico sustentável. A programação também teve a participação da pesquisadora em geociências do SGB Dianne Fonseca e do coordenador científico do Seridó Geoparque Mundial da UNESCO, Marcos Nascimento (UFRN).
Como encaminhamento prático do fórum, foram iniciadas as deliberações para a formação do Comitê Mínimo Pró-Geoparque Carajás, órgão que conduzirá as etapas subsequentes do projeto.
Assessoria de Comunicação
Serviço Geológico do Brasil
imprensa@sgb.gov.br
Outras Notícias
Acervo de Paleontologia do Museu de Ciências da Terra reúne mais de 250 mil exemplares e é fonte disponível para pesquisa científica mediante agendamento
Coleção pública reúne fósseis raros de diferentes períodos e regiões do Brasil e pode ser consultada por pesquisadores mediante agendamento prévio