Rondonópolis (MT) tem mais de 900 pessoas em áreas de risco
Rondonópolis (MT) tem mais de 900 pessoas em áreas de risco
Serviço Geológico do Brasil mapeou 16 setores com risco alto e muito alto associados aos processos de inundação, alagamento, deslizamento e erosão
Rondonópolis (MT) – O Serviço Geológico do Brasil (SGB) identificou 16 áreas de risco no município de Rondonópolis (MT). Das áreas mapeadas, sete foram classificadas como de risco alto e nove como de risco muito alto, relacionadas aos processos de inundação, alagamento, deslizamento e erosão. De acordo com o levantamento, nos setores estão 248 residências, onde vivem 992 pessoas. O relatório completo está disponível aqui.
De acordo com o estudo, as áreas de risco estão relacionadas principalmente à ocupação inadequada do território, especialmente em planícies de inundação, áreas baixas e encostas. O relatório destaca a importância de ações preventivas, fiscalização e conscientização da população para reduzir a exposição aos riscos.
O bairro São Francisco apresenta dois setores com grande concentração de moradores em áreas de risco: 144 pessoas na Avenida Armando Guimarães, em área com risco alto de alagamento e inundação, e 140 pessoas na Rua Antônio Jacobe das Chaves, em área com risco muito alto. No bairro Jardim Maria Tereza, na Rua I, 168 pessoas vivem em risco muito alto de inundação.
Outras áreas também foram identificadas nos bairros Granville, Sagrada Família, Vila Aurora I, Birigui, Centro, Vila São Francisco, Liberdade, Jardim Brasília e Santa Rosa.
Áreas de Risco em Mato Grosso
O Serviço Geológico do Brasil (SGB) já realizou mapeamento de áreas de risco em 29 municípios de Mato Grosso. Esses levantamentos identificaram 179 áreas de risco alto e muito alto, onde vivem cerca de 13,3 mil pessoas.
Os cinco municípios com maior número de áreas de risco são: Várzea Grande (32), Barra do Garças (20), Rondonópolis (16), Pontes e Lacerda (16) e Nova Xavantina (15).
Acesse o app Prevenção SGB para saber onde estão as áreas de risco e contribuir com informações:
Larissa Souza
Assessoria de Comunicação
Serviço Geológico do Brasil
Ministério de Minas e Energia
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