Mapeamentos geológicos do SGB fornecem informações que ajudam a desenvolver o país

28/03/2023 às 00h00
 | Atualizado em: 01/03/2024
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Cartografia geológica é instrumento fundamental para pesquisas que impulsionam setor produtivo e contribuem para planejamento e gestão de territórios

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O mapeamento geológico é o principal instrumento usado pelo Serviço Geológico do Brasil (SGB) para compreender os ambientes geológicos e potencialidades do país. O conhecimento acumulado em décadas de estudo subsidia a pesquisa relacionada a descoberta e gestão pública de recursos minerais, impulsionando o setor produtivo e garantindo ao Brasil posição de destaque no mercado internacional de commodities minerais.
O mapeamento geológico é a base para outras atividades, como pesquisa e o gerenciamento de recursos hídricos, estudos da geodiversidade, identificação de áreas de risco geológico, e ações que visam o gerenciamento, o ordenamento e a ocupação do espaço físico. Dados e informações geradas pelo mapeamento também impulsionam as atividades acadêmicas de ensino e pesquisa em geociências.
“Os levantamentos geológicos alimentam uma cadeia virtuosa de novas pesquisas e de geração de novas camadas de conhecimento, configurando uma atividade estratégica para o desenvolvimento do país”, destaca a geóloga Lúcia Travassos, coordenadora-executiva do Departamento de Geologia (DEGEO) da Diretoria de Geologia e Recursos Minerais (DGM) do SGB.

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Diante da importância dos mapas geológicos para o desenvolvimento, planejamento e gestão sustentável dos territórios, a geóloga reforça que é fundamental expandir o mapeamento. “Considerando-se que ainda existem grandes vazios cartográficos em áreas estratégicas do país, e especialmente na Amazônia. Ampliar a cobertura de mapeamento geológico no país tem sido um dos grandes desafios do Serviço Geológico do Brasil ao longo de sua história, desde sua fundação como Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais”, pontua.
Atualmente, 48% do território continental brasileiro está mapeado na escala 1:250.00 (adequada para conhecimento geológico no nível regional), e 27% na escala 1:100.000 (escala compatível para a primeira avaliação de potencial mineral de determinada área de interesse). Na Amazônia os desafios se amplificam, pois menos de 40% do território tem cobertura em escala 1:250.000.
Artigo recentemente publicado no Journal of the Geological Survey of Brazil apresenta o estado da arte do mapeamento geológico no Brasil, contextualizando ciclos de desenvolvimento estabelecidos entre 1969 e 2022, e discute o impacto das iniciativas governamentais e de parcerias na execução de programas de mapeamento geológico.
Para saber mais, acesse o artigo aqui.

Núcleo de Comunicação
Serviço Geológico do Brasil Ministério de Minas e Energia Governo Federal imprensa@sgb.gov.br

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