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Boletim de Alerta Hidrológico, divulgado pelo Serviço Geológico do Brasil, indica que a cota pode chegar a 14,60 m no período da noite
Rio Branco (AC) – Monitoramento realizado pelo Serviço Geológico do Brasil (SGB) indica que o nível do rio Acre voltou a subir após chuvas localizadas na bacia. Na capital Rio Branco (AC), a cota observada foi de 14,43 m, na tarde desta quarta-feira (21). A tendência é que o rio continue a subir e alcance a marca de 14,60 m até a noite desta quarta. Os dados são apresentados em Boletim de Alerta Hidrológico, divulgado às 14h (horário de Brasília) e às 12h (horário local do Acre).
Nas demais estações, o nível do rio está na cota considerada normal para o período. Em Xapuri (AC), o rio marca 10,66 m e, em Brasiléia (AC), o nível está em 4,63 m.
Monitoramento
O SGB iniciou, na terça-feira (13/01), a emissão de boletins de alerta hidrológico do SAH Acre em razão do grande volume de chuvas na região e da rápida elevação do nível do rio. Esses boletins apresentam previsões dos níveis dos rios para as próximas horas, contemplando as cidades de Rio Branco, Xapuri, Brasiléia e Epitaciolândia. Até o momento, 24 boletins foram publicados.
Com o instrumento, o SGB informa sobre os níveis que o rio deve atingir nos municípios e possibilita antecipar cenários nas cidades localizadas nas bacias. Desse modo, auxilia as Defesas Civis e órgãos municipais nas atividades de prevenção e apoio às populações afetadas por inundações.
Cenário na Bacia do Rio Amazonas
Nos demais rios da Bacia do Amazonas, os níveis permanecem dentro da faixa de normalidade, conforme o 3º Boletim de Monitoramento Hidrológico, divulgado nesta terça-feira (20). Em Manaus, o rio Negro registrava 22 m; em Boa Vista (RR), o rio Branco apresentava cota de 1,11 m; e, em Porto Velho (RO), o rio Madeira marcava 12,63 m.
Em Tabatinga (AM), o processo de recuperação do nível do rio se consolidou ao longo da última semana. A elevação acumulada foi de 2,65 m, valor compatível com a média histórica para o período. Na estação local, a cota observada era de 9,31 m. Confira aqui o boletim.
Parceria
O monitoramento dos rios é feito a partir de estações telemétricas e convencionais, que fazem parte da Rede Hidrometeorológica Nacional (RHN), coordenada pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA). O SGB opera cerca de 80% das estações, gerando informações que apoiam os sistemas de prevenção de desastres, a gestão dos recursos hídricos e pesquisas. As informações estão disponíveis na plataforma SACE.
Larissa Souza
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